DANIYYEL DE JESUS

Um jovem apaixonado por Jesus Adorador e Activista de Saúde Mental.

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A Invasão Macabra: Como Portugal “Dominou” os Países Africanos com Engano e Violência

A colonização portuguesa na África foi marcada por estratégias brutais, que incluíram enganos, alianças manipuladas e violência extrema. Diferente da narrativa oficial, que tenta suavizar esse processo, a verdade é que os portugueses usaram táticas cruéis para se infiltrar nos territórios africanos, explorando divisões internas, aliciando líderes locais e promovendo massacres.

A seguir, veremos como Portugal invadiu e colonizou alguns dos países africanos, deixando marcas profundas que ainda hoje afetam essas nações.

1. Angola – O Comércio de Escravos e a Resistência de Nzinga Mbande

Angola foi uma das primeiras regiões a sofrer com a presença portuguesa. A partir do século XV, os portugueses começaram a explorar a costa angolana, inicialmente com fins comerciais, mas rapidamente passaram para o tráfico de escravos.

• Usaram acordos falsos com o Reino do Congo e o Reino do Ndongo, prometendo proteção e comércio, mas, na realidade, começaram a capturar pessoas e enviá-las para as colônias no Brasil.

• Rainha Nzinga Mbande, uma das maiores líderes da resistência africana, lutou ferozmente contra os portugueses no século XVII, recusando-se a aceitar a dominação estrangeira.

Mesmo após anos de resistência, Portugal manteve Angola sob domínio, impondo um sistema brutal de escravização e exploração econômica.

2. Moçambique – A Manipulação dos Chefes Locais e a Guerra Colonial

Portugal usou uma estratégia semelhante em Moçambique, manipulando chefes locais e explorando a divisão entre tribos.

• Criaram praças comerciais fortificadas ao longo da costa para controlar o comércio de ouro e marfim.

Aliciaram líderes africanos com presentes e armas para que eles entregassem seus próprios povos como escravizados.

• Quando os moçambicanos perceberam a traição e se revoltaram, os portugueses responderam com extrema violência, queimando aldeias inteiras e matando populações locais.

A resistência durou séculos, mas Moçambique só conseguiu se libertar de Portugal em 1975, após uma guerra sangrenta liderada pela FRELIMO.

3. Guiné-Bissau – Terror e o Uso de Divisão Interna

Guiné-Bissau foi um dos territórios mais explorados pelo tráfico negreiro português. Os portugueses criaram postos ao longo da costa para capturar africanos e vendê-los como escravizados.

• Para enfraquecer a resistência, criaram conflitos entre diferentes grupos étnicos, promovendo guerras internas.

• Utilizaram tortura, assassinatos e trabalho forçado para manter o controle.

A luta pela independência foi brutal, com o líder Amílcar Cabral sendo assassinado pelos próprios compatriotas infiltrados pelos portugueses.

4. Cabo Verde – O Primeiro Grande Entreposto de Escravos

Os portugueses transformaram Cabo Verde em uma plataforma de tráfico humano, vendendo africanos capturados para outras colônias, principalmente no Brasil.

Ilhas foram usadas como prisões para escravizados antes de serem enviados para outras partes do mundo.

• A população local foi dizimada pela exploração brutal, fome e maus-tratos.

Cabo Verde conseguiu sua independência junto com Guiné-Bissau, mas as cicatrizes da colonização ainda são visíveis.

5. São Tomé e Príncipe – Escravidão e Plantation Brutal

São Tomé e Príncipe foi transformado pelos portugueses em um gigantesco campo de escravizados, onde africanos eram forçados a trabalhar nas plantações de açúcar.

Sistemas de trabalho forçado brutais foram estabelecidos, com castigos físicos extremos para qualquer tentativa de resistência.

• Milhares de pessoas morreram de exaustão, fome e doenças enquanto enriqueciam os colonizadores.

A independência só veio em 1975, mas os danos causados pela escravidão marcaram a estrutura social da nação.

Conclusão: O Legado de Sangue da Colonização Portuguesa

Portugal não trouxe “civilização” para a África — trouxe morte, destruição e exploração. Desde o tráfico negreiro até o colonialismo direto, os portugueses usaram táticas cruéis para se infiltrar e dominar os povos africanos, deixando um legado de miséria, divisão e resistência.

A luta pela independência foi árdua, e mesmo após o fim do colonialismo, muitos países africanos continuam a sofrer com os impactos desse passado brutal. Para entender o presente da África, é essencial reconhecer essa história e combatê-la com conhecimento, resistência e justiça.

DANIYYEL DE JESUS

6 de Março de 2025
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